DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ
Dr. Ernesto Artur – Cardiologista*
Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.
- Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
- Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos.
- Se não puder permanecer no escritório à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
- Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
- Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, encontros, reuniões, simpósios etc.
- Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranqüila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
- Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola ou tênis. Afinal, tempo é dinheiro.
- Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro (e ferro enferruja!).
- Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
- Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo.
- Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
- E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e tolos sensíveis.
Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens. Duvido que você não tenha um belo infarto se seguir os conselhos acima!
*Não conferi a veracidade deste email, mas independente disto acredito que tais 'conselhos' fazem mal não somente para o coração, mas para o indivíduo como um todo.
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